Economia Compartilhada, do inglês Sharing Economy, é a prática de dividir o uso ou a compra de serviços facilitada, principalmente, por aplicativos que possibilitam uma maior interação entre as pessoas.
As empresas do setor de transporte e tecnologia diante da incerteza da economia brasileira estão vendo a necessidade de se adequarem a modificações em relação ao modelo tradicional de atuação rapidamente e aquelas que não estão observando essa mudança sofrerão com o momento instável da economia.
Com a baixa da demanda dos clientes, muitas empresas estão tendo que cortar gastos e se colocar de outra forma dentro do segmento e um dos movimentos que o mercado precisou inserir dentro de sua nova realidade é a de compartilhamento.
Em outros setores já é bastante comum o ato de “share”, que já acontece muito nas redes sociais, com seus carros, objetos de casa e até as próprias residências. É, o mercado de transportes também não ficou atrás e atualmente o tem como ativos compartilháveis as duas pontas: as cargas e os caminhoneiros.
Deixamos claro, o primeiro caso que é o compartilhamento do frete, ou seja, você coloca sua carga junto com outras, sem a necessidade de um transporte exclusivo ou uma carga lotação. É um modelo fracionado bastante interessante, e o começo de uma economia muito expressiva. Neste modelo o tempo do frete pode ser maior, mas se for feito um planejamento, isso não é um empecilho.
Já o segundo caso é bastante simples e complementa ao de compartilhamento de fretes. O transporte pode ser feito até para aqueles que possuem cargas fechadas. Por exemplo, o caminhão sai completo de São Paulo para Salvador – BA: quando chegar a seu destino, ele pode retornar cheio com outra carga, o caminhão é o mesmo, os embarcadores podem ou não se conhecer, mas a economia aconteceu, além do ganho do caminhoneiro. É um modelo de trabalho onde todos ganham! Exemplo próprio, é o Polifrete.
Na tecnologia, assim como em outras possibilidades de compartilhamento, todos saem em vantagem. Onde já existem plataformas e alternativas que permitem esse tipo de “comunicação”, há um mercado mais competitivo, fazendo a cadeia ser atingida pela economia, agilidade e inovação desse novo modelo de negócio.
Constantemente o mercado atravessa mudanças radicais e, com o passar dos anos, ocorre uma readequação e realinhamento das relações de trabalho, prevalecendo a sobrevivência de quem se ajustou melhor, um tipo de seleção natural econômica onde há novas possibilidades, novidades e para crescer é necessário que as empresas se atualizem constantemente.
O Polifrete marketplace modelo de economia compartilhada também é resultado da busca pela solução de problemas como a escassez de recursos frente ao aumento crescente do consumo em todo mundo e atuando neste novo formato colabora para diminuir gastos no uso do transporte, aumenta a competitividade, a possibilidade de negociações diversas e oferece outros benefícios, como a contribuição para a redução do impacto ambiental, o aumento do uso consciente e a maior oportunidade de aquisição a determinados bens e serviços.
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