• 18/01/2019
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  • POR Polifrete

Uber de Cargas: a aposta do governo federal para resolver os problemas do frete rodoviário

A Uber é uma empresa de tecnologia que está transformando a maneira como as pessoas transitam pelas cidades. Ao conectar, de forma simples, motoristas parceiros e usuários através de seu app, ajuda a deixar as cidades mais acessíveis, oferecendo mais opções para usuários e mais oportunidades de negócios para motoristas parceiros.

Por meio de uma plataforma tecnológica para que motoristas parceiros se conectem de forma fácil e descomplicada a usuários que buscam viagens acessíveis e confiáveis, tornou-se um serviço de sucesso, em que, as empresas nacionais e internacionais vão além desta ideia, criando sistemas para outros segmentos, como o “Uber de Cargas” , totalmente online e sem intermediadores.

A plataforma tem sido tão exitosa que devido aos problemas ocorridos em 2018, como a crise no abastecimento, ocasionado pela greve dos caminhoneiros e adoção da Tabela de Frete, que não tem dado retorno positivo, o novo presidente, Jair Bolsonaro e sua equipe cogita a  criação de ferramentas de tecnologia para resolver os entraves no transporte rodoviário de cargas brasileiro.

No “Uber de Cargas” o que muda é que ao invés de ser para passageiro é para carga.

A ideia é usar aplicativos semelhantes ao Uber para conectar empresas e caminhoneiros. Segundo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, hoje, o embarcador paga caro pelo frete e o caminhoneiro recebe pouco, então, esse problema tem que ser eliminado.

Independente da nova ferramenta, o governo Bolsonaro manterá uma tabela com preços mínimos do frete. Como diz a lei aprovada pelo Congresso em 2018, serão valores suficientes para cobrir os gastos operacionais dos caminhoneiros, principalmente com óleo diesel e pedágios.

As transportadoras de cargas necessitam automatizar os seus processos, melhorar sua gestão de armazém, reduzir custos e melhorar a qualidade para seus clientes e diante deste cenário, o surgimento de tecnologias que se caracterizam como um “Uber de Cargas” ou “Polifrete” é bem vinda e bem  vista pelo mercado, visto que, atende as necessidades estratégicas como: localização, previsão de chegada no ponto de carregamento, características da carga e do veículo, oportunidade de novos negócios, lucro, facilidade de encontrar rapidamente motoristas autônomos ou terceiros, entre outros benefícios.

Um dos efeitos positivos caso o projeto seja implementado no Brasil, é que com o “Uber de Cargas”, o caminhoneiro pode dispor de uma ferramenta interna de locar cargas vazias que ele teria ao chegar e não ter o prejuízo do retorno ou dividir com o contratante o frete de retorno.

A ideia de que o transporte de cargas no país funcione como os aplicativos de corridas foi lançada pelo Governo Federal no início de janeiro, mas a falta de detalhes deixa o setor produtivo sem opinião comum definida.

De acordo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, existem três ou quatro soluções tecnológicas para o transporte de cargas que serão apresentadas com nome sugestivo, “Uber de Cargas” que deverá conectar produtores e caminhoneiros por aplicativo. A dúvida ainda é sobre os preços e a regulamentação.

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