• 03/05/2017
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  • POR Polifrete

Transporte rodoviário gera mais de 2,8 mil empregos

Na semana de comemorações ao Dia do Trabalho o Polifrete compartilha boas notícias sobre o setor! Segundo dados do Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho, em março, pelo segundo mês consecutivo, o setor de transporte e logística mais contratou do que demitiu.

O melhor resultado, entre os modais, foi do transporte rodoviário, que contabilizou saldo positivo de 2.873 contratações (o número considera o resultado de admissões menos o de demissões). A explicação para o aumento de contratações, nesse período, pode estar na super safra da soja, que aumentou a demanda pelo serviço de transporte de cargas para escoamento dos grãos.

Falando no setor de transporte e logística como um todo (considerando os modais ferroviário, rodoviário, aquaviário, aéreo além de atividades auxiliares) foi de 684 contratações, resultado impulsionado pelo desempenho do transporte rodoviário.

Os indicadores mostram que o ritmo de demissões está desacelerando, o que pode sinalizar uma reação da economia e, com ela, do mercado de trabalho. A CNT – Confederação Nacional do Transporte, alerta, no entanto, que a recuperação do nível de empregos pode ser comprometida em julho de 2017, com a entrada em vigor, da reoneração da folha de pagamentos. Na prática, isso significará aumento da carga tributária e aumento do custo de contratação de novos funcionários para as empresas.

Desaceleração na queda da demanda de serviços

A baixa na demanda de serviços de transporte também está desacelerando. Segundo dados da PMS – Pesquisa Mensal de Serviços, do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, isso reflete a melhora das expectativas sobre o nível de atividade da indústria e do setor agropecuário e, consequentemente, sobre a demanda por contratação de fretes.

Em fevereiro, a variação acumulada em 12 meses da demanda de transportes, serviços auxiliares e correios foi de -7,6%, mesmo resultado de janeiro. O destaque foi para o transporte terrestre, cuja queda foi 0,7 pontos percentuais menor ( -10,4% em janeiro e -9,7% em fevereiro). Já a variação acumulada da receita nominal do setor foi de -1%. Em janeiro, havia sido de -1,1%.

Na avaliação da CNT, os resultados ainda não mostram um cenário de retomada consistente do nível de atividade no setor transportador. Todavia, já trazem sinais de melhora, ao evidenciar a diminuição na intensidade de queda da demanda e uma estabilização na receita nominal das empresas que fornecem o serviço de transporte no Brasil.

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