• 18/05/2017
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  • POR Polifrete

Transporte Rodoviário: crescimento e desafios

 

O Brasil está vivendo o que pode ser chamado de revitalização do setor de transporte rodoviário de cargas. Houve um grande aumento de demanda, em velocidade maior do que a possibilidade de crescimento na oferta do serviço e este desequilíbrio entre demanda e oferta de transportes, impulsionou um novo ciclo de desenvolvimento no setor.

Fatores como expansão da fronteira agrícola, mercados consumidores mais exigentes e distantes dos grandes centros urbanos, a interiorização da atividade econômica e as fortes restrições de capacidade dos outros modais de transporte elevaram o nível  de serviço no setor rodoviário  crescendo o grau de dependência dos motoristas autônomos.

Destacamos também o forte processo de profissionalização do setor de logística, no qual as atividades de transporte estão inseridas. Ao olhar para os últimos cinco anos, percebemos a grande quantidade de movimentações de mercado nas composições de capital e controle acionário dos operadores logísticos e transportadores de cargas.

Em alguns anos atrás não havia nenhuma empresa do ramo de logística listada na bolsa de valores brasileira; atualmente, existem várias representantes, como ALL; Tegma; Wilson, Sons; JSL, entre outras. Em paralelo, já é relevante a presença no País de atores internacionais (TNT, DHL, Fedex, UPS, entre outras) e vários movimentos de fusões e aquisições de companhias estão em andamento.

Há também a presença e foco de alguns fundos de investimento também atraídos pelo setor e fazendo aportes em empresas de capital fechado ou em start ups.

Notamos também um forte movimento de formação e atração de grandes executivos, o que traz ainda mais vigor e frescor para esse momento especial e interessante que passa o setor de logística e transporte.

O Polifrete  (Grupo Up Brasil) dentro desse cenário, também vem executando um grande trabalho facilitando o encontro de motoristas, visto que,  integra indústria e distribuidores a transportadoras e motoristas autônomos na plataforma, através de algoritmos inteligentes, tornando o processo de contratação de fretes automatizado gerando gestão e economia para as empresas.


Os atuais desafios

Diante desse cenário de aumento de demanda e na dificuldade de oferta e também na reorganização e profissionalização dos transportadores, fica simples prever uma forte pressão por aumento de preços de transporte.

Essa previsão já vem se cumprindo e sua materialização compõe relevante variável de pressão inflacionária. É importante notar que, se essa pressão não for abordada de maneira holística e propositiva por todos os atores da cadeia de distribuição, ela tende a se agravar e trazer importantes impactos em curto prazo.

O primeiro e maior desafio do setor é buscar, se não uma redução, pelo menos a manutenção dos patamares de custos relativos (% custo/receita) dos embarcadores (quem contrata o frete).

É válido lembrar também a crescente questão de normas e restrições de circulação de carga nos grandes centros urbanos. Trata-se de tema polêmico e que sem dúvida se junta no topo da lista de desafios e pressões de custo para operação de transporte de carga.

Há também uma  clara tendência de aumento nos graus de exigência dos clientes em conjunto com uma grande dificuldade na renovação, contratação e treinamento dos motoristas e operadores de fretes. Não só a regulamentação e formalização do setor estão aumentando, como também a quantidade de tecnologia embarcada nos veículos e os requerimentos técnicos exigidos para os motoristas são barreiras cada vez mais altas de se ultrapassar.

Grandes transportadores que possuem capacidade de investimento e renovação de frota se encontram impedidos de crescer em sintonia com a demanda pelo serviço, por absoluta falta de mão de obra.

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