• 13/07/2017
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  • POR Polifrete

Tecnologia e estratégia colaboram para a segurança nas estradas brasileiras

 

Em época de crise, otimizar as operações logísticas é muito importante. Ganham todos os envolvidos e, além de eficiência, conseguimos o que é fundamental: segurança.

Em uma de nossas matérias anteriores, “Caminhoneiros protestam contra roubo de carga no Rio de Janeiro, podemos afirmar que o mercado de transportes é um dos que mais sofre. São roubos e furtos de cargas, que somam bilhões de reais em prejuízos. Mas também, tão preocupante quanto isso, são os acidentes, que também tiram o sono de transportadoras, embarcadores e, obviamente motoristas.

Entre os motivos para essa preocupação estão as estradas sucateadas e frota velha, que não passam por manutenção preventiva de forma adequada. Falta de profissionalismo e ambições extremas também são responsáveis por esse cenário negativo. Para se ter uma ideia do quanto essa situação é problemática, segundo estudo inédito do CPES – Centro de Pesquisa e Economia do Seguro, da Escola Nacional de Seguros, acidentes no trânsito custam R$ 146 bilhões ao país. O prejuízo com a violência no trânsito foi de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2016, foram 33.347 mortes e 28.032 de casos de invalidez permanente e além disso as companhias seguradoras pagaram R$ 10 bilhões de sinistro de acidentes de trânsito, em 2015, ou seja, um valor 10 vezes maior do que computado em roubos e furtos.

 

Tecnologia e Estratégia

Em virtude disso, é necessário abrir os olhos para tecnologia e usá-la de forma positiva para ajudar a reverter esses números. No caso do gerenciamento de riscos, a prevenção é feita com o uso da telemetria, que é uma tecnologia originalmente utilizada pela Fórmula 1 e que ganhou espaço com a preocupação das empresas em relação à redução de acidentes.

Com a telemetria é possível controlar passo a passo os motoristas e criar ações que vão ajudá-lo a chegar no lugar certo, em segurança. Porém, a telemetria não é apenas instalar um rastreador ou um software simples para isso. É preciso usar inteligência e aí entra a importância de uma gerenciadora de riscos, pois ela terá equipe e tecnologia mais do que suficientes para a segurança e agilidade que os clientes tanto querem.

 

Plano de Gerenciamento de Riscos

Um PGR – Plano de Gerenciamento de Risco é feito com base nas informações de cada operação e, para isso, é necessário avaliar os tipos de mercadorias (se são visadas, de fácil recolocação no mercado, de fácil manuseio), valor, cubagem x peso, áreas de riscos, ou seja, regiões geográficas caracterizadas pela alta incidência e concentração de sinistros de roubo de carga, rotas (rodovias com alta incidência de acidentes, por exemplo), tipos de veículos e de motoristas (se são funcionários, agregados ou terceiros/autônomos). Com base nestas informações são definidos os procedimentos, equipamentos e controles das operações.

Apesar de muitos acharem que prevenção é exagero, diversas empresas preferem optar e investir na tecnologia para terem uma logística perfeita e segura. Em tempos de crise, otimizar operações logísticas é fundamental. Ganham todos os envolvidos e, além de eficiência, tem – se o que é mais importante: segurança.

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