• 11/06/2017
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  • POR Polifrete

Inovação: o setor de Logística e Transportes está pronto para o Big Data?

 

Hoje em dia quase tudo é digital e cada vez mais, novos dados são produzidos e coletados. Todos os dias, quantidades maciças de dados são geradas por humanos e máquinas. Diante desta realidade que estamos vivendo o tópico Big Data está no pensamento de todos e é cada vez mais importante para as companhias.

Segundo o Federal Statistical Office, o volume total de dados vai aumentar de cerca de 8,6 zettabytes desde 2015 para cerca de 40 zettabytes em 2020. 1 zettabyte é igual a 1 000 000 000 000 000 000 000 de bytes individuais.

As empresas, indústrias e companhias estão procurando cada vez mais se beneficiar desses dados para analisar o mercado, os clientes e seus próprios negócios criando assim novas oportunidades sustentadas para vendas e crescimento.

No entanto, de acordo com um estudo de Bitkom, atualmente, somente 2% de todas as companhias de transporte e logística usam tecnologias de Big Data, colocando o setor no fundo da lista.

Foi publicado também em 2016 pelo Radar De Tendências De Tecnologia – DHL os 26 maiores desenvolvimentos que podem impactar a indústria da logística nos próximos cinco a dez anos e um deles é os Big Data que vai entrar no dia a dia do transporte e logística, e pressionar o setor nos próximos 5 anos.

Segundo a DHL, aumentar e refinar esse volume enorme de dados abre um tremendo potencial para otimizar a utilização da capacidade, melhorar a experiência do cliente, reduzir riscos e gerar novos modelos de negócio em logística ocasionando também impactos e mudanças nos sistemas de gerenciamento de transportes.

O setor de logística e transporte precisa começar a inovar rapidamente, abraçar as novas tecnologias e começar a se envolver mais com as realidades de aprendizado automático, inteligência artificial e personalização e robotização que vão também marcar presença e os profissionais da cadeia de suprimentos devem, logo que possível, se relacionar melhor com o departamento de TI dos expedidores para falarem sobre até que ponto todas essas tecnologias vão melhorar a vida de cada um, tendo disponíveis uma gama de dados sobre entregas/empresas/clientes/cargas, melhorando assim os serviços de logística.

Essas informações devem ser trocadas entre todos e não ser somente o responsável pela inovação a tratar do assunto. O Big Data bem como as outras inovações podem ser um desafio extra para os diretores das cadeias de suprimentos, mas é o que vai favorecer os lucros extras para as companhias.

Clique aqui para baixar a lista dos 26 maiores desenvolvimentos que podem impactar a indústria da logística nos próximos cinco a dez segundo a DHL.

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